Em 48 horas de atuação ininterrupta, no âmbito da Operação “Fim de Linha”, desencadeada pela Polícia Militar do Pará em todo o território paraense, os resultados são expressivos no combate à criminalidade. Com mais de 1.800 policiais militares empregados na ação estratégica, a intensificação de abordagens preventivas e fiscalização, os números evidenciam que o propósito da operação foi alcançado.
FOTO: ASCOM PM
Como objetivo principal, buscou-se coibir a ocorrência de práticas criminais, mas também orientar a população, proprietários de estabelecimentos e afins sobre como proceder em caso de ocorrências, horários de funcionamento de bares e similares e garantir o ir e vir em todo o Estado, com segurança e tranquilidade.
Como resultado da Fim de Linha, 87 pessoas foram presas, sendo 18 por tráfico de drogas, e foram lavrados 73 autos de prisão em flagrante e 24 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO). Isso demonstra a efetividade de Operações integradas e coordenadas para reduzir índices criminais.
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Além disso, 8 armas de fogo, 14 armas brancas, 2 simulacros e 3 armas de fabricação caseira foram apreendidos, reduzindo o potencial de crimes violentos. Ainda, foram apreendidos 97 kg de entorpecentes e 18 aparelhos celulares ligados à atividades ilícitas. Dois foragidos do sistema prisional foram recapturados durante as diligências.
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Estratégia que gera resultado
Com bloqueios, saturações, incursões, comboios e rondas, a “Fim de Linha” atuou de forma simultânea na capital, região metropolitana e interior. A saturação de áreas críticas e a fiscalização de bares contribuem diretamente para a queda de ocorrências contra a pessoa e contra o patrimônio, especialmente em períodos de maior movimentação, como feriados prolongados.
O Comandante-Geral da PM, coronel Sérgio Neves, destaca que a operação reforça o compromisso com a ordem pública e a proteção do cidadão paraense. “Os números mostram que, quando intensificamos a presença policial com planejamento e integração, a resposta é imediata: menos armas nas ruas, menos drogas e mais criminosos retirados do convívio social”, avalia o comandante.